domingo, 27 de fevereiro de 2011

Deísmo uma fé racional


Por Raphael Oliveira


Parece muito interessante a forma que os ateístas querem lidar com "Deus", as seguintes afirmações são: Como pode existir "Deus" em um mundo tão perturbador e injusto com leis absurdas levando em consideração a lei da sobrevivência? O interessante é que eles querem provar que uma força criadora não existe, a questão não é se ela é boa ou má e se estas ativas ou inativas então detonam os velhos teístas com suas teorias escritas dogmáticas e ritualísticas, mais quando então em discussão contra o deísta ou panteísta logo se perdem não estão acostumados com esse time de visão filosófica, e como sempre não provam nada além de dizerem que a Ciência é alma de tudo, sim concordamos claramente, até a onde se pode chegar a este ponto.
Podemos concluir que sim, mais existe algo além da racionalidade humana que não se pode explicar então chamamos de "Deus", mais seria "Deus" uma divindade? As maiorias dos ateus afirmam que os Deístas pensam desse modo, errado. A visão Deísta pode afirmar que seja a força motriz do universo ou um ser inteligente capaz de dar o poder de criação em ordem, e ainda os ateístas vem comparar o Deísmo com o Teísmo. Muitos acreditam no Big Bang? Claro. Séria interessante tudo acontecer tão por acaso sem nenhuma força, sem nenhuma iniciação inteligente capaz de seqüenciar ordens tão concretas. “Um dia desses vendo um documentário no Discovery vi que interessante, nosso planeta tem um tamanho adequado, uma composição química e uma distância do Sol conveniente para permitir o surgimento da vida”, bem como a quantidade de água em estado líquido. Apenas um detalhe: se a Terra estivesse 5% mais próxima do Sol, “continuamente teria o ‘efeito estufa’” e o homem não poderia sobreviver; e se estivesse 15% mais distante, “continuamente teriam glaciação” e, igualmente, o homem não suportaria. “Ambos os fatores são considerados irreversíveis” A órbita da terra está, portanto, no ponto exato para a vida humana. Os tipos de planetas num sistema podem também afetar o número de impactos,e assim desempenhar um papel inapreciável na evolução e manutenção dos animais. No caso da Terra, há sinais de que o gigante planeta Júpiter atua como um ‘pára-raios de cometas e asteróides’. ... Assim ele reduziu a freqüência de extinção maciças, e talvez seja esta uma razão especial de por que foi possível surgir e manterem-se em nosso planeta formas superiores de vida. Qual a freqüência de planetas do tamanho de Júpiter?”Então se os ateus ainda concordam que podem explicar totalmente pela Ciência o inexplicável, parabéns. Só gostaríamos que compreendessem verdadeiramente o que é o Deísmo, e não denegrissem a imagem como dogmáticos, rituálísticos ou adoradores de Divindade, porque não procuramos a necessidade de servir um Deus e sim a explicação como tudo aconteceu ate aonde podemos explicar e, além disso, fica a palavra "Deus". O papel do ateísmo ultimamente não é explicar tudo pela racionalidade? Então expliquem. Tem coisas que não se podem explicar e a ciência ate hoje não chegou e talvez vão chegar ao certo ponto de perceber que o ser humano é limitado demais.
Como disse antes, o que não se pode observar diretamente ou indiretamente, o ateísmo ignora. Coisas como a memória pode ter uma base na biologia, mas é seguro concluir que a biologia é só por aqui? Ninguém jamais viu uma emoção, ou uma lembrança, mas elas existem.






Fonte:
deism.com.
adrenaline.com.br

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Há lógica no ateísmo?



Por Thiago Henrique

"Se tudo veio do acaso, Por que existem coisas e não antes o nada?"
Algo existe e está em movimento, eterno, contínuo e circular. Este algo transmite movimento às demais coisas, para que exista algo que movimenta e que é movimentado, deve existir algo que
move sem se mover. É o primeiro motor que movimenta tudo o mais.

 “Qual a lógica de se acreditar que de um simples átomo primordial por acaso surgiu um UNIVERSO, sem nenhuma causa inteligente?”

1. Nada acontece por acaso. Se algo existe, tem de existir também aquilo que foi necessário para que esse algo surgisse.
2. O universo, o grupo de seres no espaço e no tempo existe.
3. Portanto, tem de existir o que foi necessário para trazer o universo a existência.
4. O que foi necessário para que o universo existisse não pode estar dentro do universo nem limitado por espaço e tempo.
5. Portanto, o que foi necessário para que o universo viesse a existência tem de transcender tanto o espaço como o tempo.


2. Como TODA a realidade "natural" (matéria) teria uma Causa Natural, se toda Causa Natural já pertence à realidade "natural" (matéria)?

A única causa plausível seria uma Causa fora da matéria, transcendente a esta e à tudo que chamamos de físico e natural - Deus.

3. Como um Ser ou algo temporal (limitado ao tempo) poderia criar (ou dar início, fazer começar a existir) o tempo?

Tudo o que conhecemos e chamamos de físico e/ou material está limitado ao tempo.
Portanto, somente um ser Atemporal (fora do tempo) poderia trazer o tempo à existência.

Aquele que afirma ser cético em relação a um conjunto específico de crenças é, na verdade, um verdadeiro 'crente' em "outro conjunto de crenças". Phillip E. Johnson

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Defesa do Deísmo



Por Joseclei Nunes   
   
   Basicamente, o deísmo é a teoria sobre a natureza e a existência de Deus, que, pelo menos, criou o Universo. Após a criação, deístas são autorizados a seguir as suas próprias interpretações do Universo, a tentativa de compreender a vontade de Deus e do plano, e se há mesmo um "plano", usando a razão como guia, em oposição à superstição, o medo ea textos religiosos antigos. Além disso, os deístas acreditam que as outras religiões.", revelou" as religiões, são sintéticos e não representam a vontade de Deus tanto como as ideias das pessoas.
   
   Dadas as seitas diferentes dentro de todas as religiões, as divisões de base, é claro que não há absoluto “Deus ordenou" a religião. Por que tanta gente discutir sobre "a palavra de Deus", discute e mata mais que, embora cada seita acredite que Deus os ama de alguma forma, ou apoiá-los mais do que qualquer outro? Esta é, obviamente, indicativa de uma falha básica no nosso conceito de religião humana. Acreditamos que precisamos para justificar nossas crenças com algum artefato ou um texto que de alguma forma receberam o selo oficial de Deus. Uma vez feita, esta afirmação implica a adesão cega final, mesmo quando os fatos óbvios contradizem. Isto leva a cisma inevitável, dentro das religiões, entre as religiões e entre os crentes e a própria verdade. Porque se as palavras que se seguem são "Deus ordenou" como eles podem conter erros. Assim, se uma palavra é questionada, em seguida, o preceito de que toda palavra "Deus" deve ser seguida desmaia. Assim, o engano deve ser mantido para evitar a extinção religiosa.
   
   Os deístas, com uma adesão ao pensamento racional, e à rejeição do "revelado" das religiões, não enfrentam essa necessidade de decepção, como a sua crença em um poder superior não contradiz necessariamente a realidade. A ciência é a busca de conhecimento é mais por respeito e admiração na criação de Deus, menos necessidade de alterar fatos para justificar um de "selo oficial de Deus." Deístas têm permissão para realizar diferentes idéias e histórias sobre Deus através dos séculos foram apenas que, histórias, idéias, lições, etc... Nas histórias mesma forma que pode ser dito sobre o Sol, as histórias podem ser contadas sobre Deus. Histórias do Sol podem ser incorretas, mas isso não nega a existência do dom. É uma maneira que possamos manter contato e se relacionar com o dom. O mesmo vale para Deus, e as histórias sobre Deus. Essas histórias representam idéias humanas, e uma beleza e criatividade refletindo o desejo humano de compreender o seu criador.
   
   Essas histórias mesmo quando usada para ameaçar a mente humana para conduzir a crença em um efeito contrário a sua intenção. Aqueles que não tendem a sucumbir à força ou coerção na formação de suas crenças automaticamente repudiam a deturpação do imperfeito conhecimento do homem é criação de Deus, preferindo não acreditar em nada, em vez de acreditar na mentira óbvia. Assim, as mentes que possam ser autorizados a abraçar seu relacionamento com Deus e buscar a místicos mais aspectos da criação, ao invés disso, se afastaram de Deus. Ateus e agnósticos, quando confrontado com a crença cega, tenderão a reação saudável de rejeição. Da mesma forma, os crentes no seio da comunidade religiosa, quando confrontado com as verdades óbvias apresentadas pela ciência, pelo contrário vai ser obrigadas a rejeitar estas verdades para manter a sua fé.”
   
   A natureza descentralizada do deísmo permite a segurança do princípio através da dispersão de vontade. Em todo o mundo, pessoas que abraçaram a idéia de que o Universo quer tenham ou possam eventualmente ter um criador. A natureza aberta do conceito permite a força das idéias divergentes e o florescimento do potencial da nossa inteligência dada por Deus. Podemos buscar a verdade e Deus ao mesmo tempo, utilizando todas as faculdades da nossa inteligência combinado. Incapaz de remover o seu próprio ego, pensamentos, idéias sociais e culturais, o homem não deve definir-se como a voz de Deus. Devemos permanecer abertos à verdade e as possibilidades antes de nós, que Deus existe e pode suportar os desafios da realidade. Podemos saber que Deus, como o criador de todas as coisas acabarão por ser revelado no decorrer da razão e da busca da verdade, ao contrário da fé que fica atrás de livros supostamente sagrrados.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Um novo iluminismo







Depois do Iluminismo, o Homem passou a rever melhor suas crenças que aceitou sem usar a razão.
Uns optaram pela liberdade racional e a maioria adaptou suas crenças, criando justificativas, atenuando os absurdos ou simplesmente fingindo que não existem.
Alguns pensadores religiosos dão a impressão de criar uma nova religião, alegando que as escrituras não podem ser lidas literalmente e cada um cria seu deus particular.
Hoje, a sujeira que as relgiões jogaram sob o tapete parece gritar a cada descoberta e a História nos mostra, a quem tem olhos de ver e até aos que não querem ver, cada mentira frágil que foi aceita sem questionamentos, com a velha ressalva que “religião não se discute”.


Cristãos frequentam as igrejas esperando um homem que morreu há 2000 anos, como se já tivessem colocado em prática os ensinamentos, que teoricamente significa mais compaixão entre todos e merecessem sua volta para recompensar a vaidade dos que se “santificaram” segundo suas crenças confusas.
A própria espera da volta de Jesus é um desejo baseado no orgulho, uma concordância com a injustiça e uma justificativa para o medo de encarar a vida de frente, a vaidade disfarçada que nada tem a ver com o “amor ao próximo”, já que está em jogo a salvação da própria pele.


A cada dia o Homem ascende e se liberta dos mitos do passado e as religiões são cada vez mais discutidas e questionadas.


O Universo é mais fascinante e grandioso que a criação do mundo revelada pelo deus dos judeus, Javé.
A moral do Homem é mais elevada que a de seus profetas.
A Justiça do Homem supera a de seus reis e profetas.
A sabedoria humana supera os deuses que o homem criou no passado.



Para o homem se libertar e viver em harmonia, solidariedade e amor ao próximo, precisa antes enterrar seus deuses e assumir sua responsabilidade que lhe é própria.
 

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