sexta-feira, 31 de julho de 2015

O homem que calculava (Malba Tahan) - obra completa



SUMÁRIO DA OBRA
(clique no título principal, em destaque, de cada capítulo)

Início e introdução

No qual encontro, durante uma excursão, singular viajante. Que fazia o viajante e quais eram as palavras que ele pronunciava.

Neste capítulo Beremiz Samir, o Homem que Calculava, conta a história de sua vida. Como fiquei informado dos cálculos prodigiosos que realizava e por que nos tornamos companheiros de jornada.

Onde é narrada a singular aventura dos 35 camelos que deviam ser repartidos por 3 árabes. Beremiz Samir efetua uma divisão que parecia impossível, contentando plenamente os três querelantes. O lucro inesperado que obtivemos com a transação. 

Do nosso encontro com um rico cheique. O cheique estava a morrer de fome no deserto. A proposta que nos fez sobre os 8 pães que trazíamos, e como se resolveu, de modo imprevisto, o pagamento com 8 moedas. As três divisões de Beremiz: a divisão simples, a divisão certa e a divisão perfeita. Elogio que um ilustre vizir dirigiu ao Homem que Calculava. 

No qual vamos para uma hospedaria. Palavras calculadas por minutos. Beremiz resolve um problema e determina a dívida de um joalheiro. 

Do que ocorreu durante a nossa visita ao vizir Maluf. Encontramos o poeta Iezid, que não acreditava nos prodígios do cálculo. O Homem que Calculava conta, de modo original, uma cáfila numerosa. A idade da noiva e um camelo sem orelha. Beremiz descobre a “amizade quadrática” e fala do rei Salomão.

Nossa visita ao suque dos mercadores. Beremiz e o turbante azul. O caso dos quatro quatros. O problema dos 50 dinares. Beremiz resolve o problema e recebe um belíssimo presente. 

Ouvimos Beremiz discorrer sobre as formas geométricas. Encontramos o cheique Salém Nasair entre os criadores de ovelhas. Beremiz resolve o problema dos 21 vasos e mais outro que causa assombro aos mercadores. Como se explica o desaparecimento de 1 dinar numa conta de 30 dinares. 

No qual recebemos a visita do cheique Iezid, o Poeta. Estranha conseqüência das previsões de um astrólogo. A mulher e a matemática. Beremiz é convidado a ensinar matemática a uma jovem. Situação singular da misteriosa aluna. Beremiz fala de seu amigo e mestre, o sábio Nô-Elim. 

No qual vamos ao palácio de Iezid. O rancoroso Tara-Tir não confia no calculista. Os pássaros cativos e os números perfeitos. O Homem que Calculava exalta a caridade do cheique. Ouvimos uma terna e arrebatadora canção. 

Vamos aqui narrar como iniciou Beremiz o seu curso de matemática. Uma frase de Platão. A unidade e Deus. Que é medir. As partes que formam a matemática. A aritmética e os números. A álgebra e as relações. A geometria e as formas. A mecânica e a astronomia. Um sonho do rei Asad-Abou-Carib. A “aluna invisível” ergue a Allah uma prece. 

No qual Beremiz revela grande interesse por um brinquedo de corda. A curva do maraçã e as aranhas. Pitágoras e o círculo. Encontramos Harim Namir. O problema dos 60 melões. Como o vequil perdeu a aposta. A voz do muezim cego chama os crentes para a oração do mogreb. 

Que trata da nossa visita ao palácio do califa. Beremiz é recebido pelo rei. Os poetas e a amizade. A amizade entre os homens e a amizade entre os números. Números amigos. O califa elogia o Homem que Calculava. É exigida, em palácio, a presença de um calígrafo. 

Narra o que se passou no divã real. Os músicos e as bailarinas gêmeas. Como Beremiz identificou Iclímia e Tabessã. Surge um vizir invejoso que critica Beremiz. O elogio dos teóricos e sonhadores, feito por Beremiz. O rei proclama a vitória da teoria sobre o imediatismo grosseiro. 

No qual Nuredim, o emissário, regressa ao palácio do rei. A informação que obteve de um imã. Como vivia o pobre calígrafo. O quadrado cheio de números e o tabuleiro de xadrez. Beremiz fala sobre os quadrados mágicos. A consulta do ulemá. O rei pede a Beremiz que lhe conte a lenda do jogo de xadrez. 

Onde se conta a famosa lenda sobre a origem do jogo de xadrez. A lenda é narrada ao califa de Bagdá, Al- Motacém Bilah, Emir dos Crentes, por Beremiz Samir, o Homem que Calculava. 

Recebe o Homem que Calculava inúmeras consultas. Crendices e superstições. Unidades e figuras. O contador de histórias e o calculista. O caso das 90 maçãs. A ciência e a caridade. 

Que trata de nossa volta ao palácio do cheique Iezid. Uma reunião de poetas e letrados. A homenagem ao marajá de Laore. A matemática na índia. A pérola de Lilaváti. Os problemas de aritmética dos hindus. O valor da escrava de 20 anos. 

No qual o príncipe Cluzir elogia o Homem que Calculava. O problema dos três marinheiros. Beremiz descobre o segredo de uma medalha. A generosidade do marajá de Laore. 

No qual Beremiz dá a segunda aula de matemática. Número e sentido de número. Os algarismos. Os sistemas de numeração. Numeração decimal. O zero. Ouvimos novamente a voz da aluna invisível. O gramático Doreid cita um poeta. 

No qual começo a copiar livros de medicina. Grandes progressos da aluna invisível. Beremiz é chamado a resolver um problema. A metade do “x” da vida. O rei Mazim e as prisões de Korassã. Um verso, um problema e uma lenda. A justiça do rei Mazim. 

Que ocorreu durante a nossa visita às prisões de Bagdá. Como Beremiz resolveu o problema da metade do “x” da vida. O instante do tempo. A libertação condicional. Beremiz esclarece os fundamentos de uma sentença.
Do que sucedeu durante uma honrosa visita que recebemos. Palavras do príncipe Cluzir Schah. Um convite principesco. Beremiz resolve um problema. As pérolas do rajá. Um número cabalístico. Fica resolvida a nossa partida para a índia. 

Reaparece Tara-Tir. O Epitáfio de Diofante. O problema de Hierão. Livra-se Beremiz de um inimigo perigoso. Uma carta do capitão Hassã. Os cubos de 8 e 27. A paixão pelo cálculo. A morte de Arquimedes. 

Vamos pela segunda vez ao palácio do rei. A estranha surpresa. Perigoso torneio de um contra sete. A restituição de misterioso anel. Beremiz recebe um tapete azul-claro. Versos que abalaram um coração apaixonado. 


No qual vamos encontrar um teólogo famoso. O problema da vida futura. O muçulmano deve conhecer o livro sagrado. Quantas palavras há no Alcorão? Quantas letras? O nome de Jesus é citado 19 vezes. Um engano de Beremiz. 

No qual um sábio historiador interroga Beremiz. O geômetra que não podia olhar para o céu. A matemática na Grécia. Elogio de Erastóstenes. 

Prossegue o memorável torneio no diva do rei. O terceiro sábio interroga Beremiz. A falsa indução. Como se acha a raiz quadrada de 2025. Beremiz demonstra que um princípio falso pode ser sugerido por exemplos verdadeiros.

Vamos ouvir antiga lenda persa. O material e o espiritual. Os problemas humanos e transcendentes. A multiplicação famosa. O sultão reprime, com energia, a intolerância dos cheiques islamitas. 

Beremiz, o calculista, narra uma lenda. O tigre sugere a divisão de 3 por 3. O chacal indica a divisão de 3 por 2. Como se calcula o quociente na matemática do mais forte. O cheique do turbante verde elogia Beremiz. Como se acha o castigo de Deus em relação ao pecador. 

No qual o sábio cordovês conta uma lenda. Os três noivos de Dahizé. O problema dos cinco discos. Como Beremiz reproduziu o raciocínio de um noivo inteligente. Curiosa opinião de um cheique iemenita que não entendeu o problema. Beremiz reproduziu o raciocínio de um noivo inteligente. Curiosa opinião de um cheique iemenita que não entendeu o problema. 

Como foi Beremiz interrogado por um astrônomo libanês. O problema da pérola mais leve. O astrônomo cita um poeta em homenagem ao calculista. 

No qual o califa Al-Motacém oferece ouro e palácios ao calculista. A recusa de Beremiz. Um pedido de casamento. O problema dos olhos pretos e azuis. Como Beremiz determinou, pelo cálculo, a cor dos olhos de cinco escravas. 

“Segue-me”, disse Jesus. “Eu sou o caminho que deves trilhar, a verdade em que deves crer, a vida que deves esperar. Eu sou o caminho sem perigo; a verdade sem erro e a vida sem morte”. 


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