terça-feira, 25 de novembro de 2014

A Religião nos limites da simples Razão (Immanuel Kant) [obra completa]

# Os escritos de Kant são enjoativos de se ler, e estamos longe de concordar com tudo o que ele diz, mas mesmo assim julgamos conveniente reproduzir esta obra dele aqui em nosso blog, visto representar uma séria reflexão sobre a possibilidade de as diferentes religiões (e em especial a cristã, que Kant sobretudo visava) se converterem à Razão. E mesmo antes de elas o fazerem, cumpre tentar discernir o que nelas poderia ser razoavelmente aproveitável, bem como as significações que seus diversos elementos podem conter. Ouçamos, pois, o que o grande Kant tem a nos dizer.   

Capela do Castelo de Ferney, construída por Voltaire
Ainda se vê nela a inscrição original:
"Dedicada a Deus, por Voltaire".
Note-se como a dedicação é feita a Deus, e não a algum 'santo',
e como o símbolo central é o relógio:
Voltaire, de fato, gostava de comparar o universo a um relógio que,
por sua existência e organização,
demandava um Relojoeiro Supremo.
Quatro tendências, note-se, dominaram o cenário do Iluminismo:
- o Deísmo, representado sobretudo por Voltaire;
- o Ateísmo, representado por Hume e Diderot;
- o Panteísmo, representado por Espinoza;
- e a racionalização da religião, representada por Rousseau e Kant.

A Religião nos limites da simples Razão 

- Immanuel Kant - 


Sumário:



TERCEIRA PARTE: O triunfo do princípio bom sobre o mau e a fundação de um Reino de Deus na Terra

QUARTA PARTE: Do serviço e pseudo-serviço sob o domínio do princípio bom ou De religião e clericalismo 
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Immanuel Kant (1724-1804)

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