domingo, 11 de setembro de 2011

Deísmo: uma verdadeira alternativa positiva para Desastres






  O Deísmo, com sua forte confiança na razão dada por Deus, é uma verdadeira e positiva alternativa para a violência promovida pelas religiões. Religiões “reveladas” que historicamente provaram ser capazes de cometer os crimes mais hediondos e violentos contra indivíduos, contra a sociedade e o progresso. Um exemplo disto é a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), disputada principalmente entre luteranos e católicos que viviam na Alemanha. Essa guerra religiosa foi tão violentamente destrutiva e desgastante, que a população alemã foi reduzida em 30%! Eram cristãos lutando contra cristãos!

  No Oriente Médio hoje, vemos judeus e muçulmanos matando-se mutuamente. Na Ásia, cristãos, hindus e muçulmanos matam-se uns aos outros em nome de suas religiões.

  O principal motivo para a violência entre as religiões descendentes de Abraão pode ser atribuído a seus respectivos livros “sagrados”.

  O principal livro sagrado do Judaísmo é a Torá – formada pelos cinco primeiros livros da Bíblia Hebraica/Antigo Testamento. Ela é carregada de pretensões da superioridade judaica sobre "todas as pessoas que estão sobre a face da terra" (Deuteronômio 7:6). Também está repleta de chamados divinos para o genocídio pelos hebreus/judeus contra os seus vizinhos. Um exemplo flagrante está em Números 31:15-18, onde Moisés ordena o exército israelense a matar todas as mulheres e crianças pequenas, mas salvar as virgens para eles mesmos. Isto faz com que seja mais fácil ver porque a Bíblia não pode ser usada para espalhar paz e progresso. Há muitos outros ensinamentos na Bíblia Hebraica/Antigo Testamento que trazem o mesmo ponto, promovendo o genocídio de judeus/hebreus contra os gentios. Como Thomas Paine escreveu em A Idade da Razão: "Os judeus não fizeram conversões, eles massacraram todos".

  Olhando para o Novo Testamento, vemos que Jesus estava comemorando a Páscoa judaica na última ceia. Raramente é mencionado que, ao celebrar a Páscoa judaica, você está comemorando a matança que o deus bíblico promoveu contra os primogênitos de todo o povo do Egito, até mesmo de seus animais! (Êxodo 12:29). Dizem que isso foi feito porque o Faraó não queria libertar os escravos judeus. De acordo com Êxodo 11:10, o deus bíblico “endureceu o coração do Faraó, para que ele não deixasse que os filhos de Israel saíssem de sua terra." Parece que o deus da Bíblia só queria um banho de sangue. Adicione a isso o fato de que o Novo Testamento cita Jesus, como dito em Mateus 10:34: "Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas a espada."

  O Alcorão também é carregado com superioridade religiosa e violência, promovendo superstições. Por exemplo, a Sura 3:110 diz aos muçulmanos: "Vós sois a melhor comunidade que já foi criada para a humanidade.” Quando você tem dois ou mais grupos religiosos onde cada um falsamente se acredita superior ao outros, você vai ter violência e guerra. A Sura 3:151 exorta os muçulmanos a "lançar o terror nos corações dos incrédulos".

  O Deísmo é livre de toda essa violência que superstições absurdas produzem. Ele baseia-se na razão dada por Deus, não no que um suposto ancião ungido diz, afirmando-se como um mensageiro de Deus e instrutor para a humanidade. No Deísmo, o único livro sagrado é a Criação em si. Para citar Thomas Paine em A Idade da Razão: “A PALAVRA DE DEUS é a criação que vemos e esta palavra invenção humana nenhuma pode falsificar ou alterar, é nela que Deus fala universalmente ao homem”.

  Com as religiões “reveladas”, violência e crimes contra a humanidade continuam a se expandir, seja através de crianças inocentes mortas por seus pais religiosos, que acreditam mais na cura pela fé do que na razão dada por Deus, seja através de assassinatos em massa cometidos por estados religiosos, como Israel ou Síria, a necessidade por uma nova razão baseada na alternativa natural torna-se dolorosamente óbvia e muito maior. Esta alternativa é o Deísmo!

Fonte: Bob Johnson, Newsletter VeteransToday - September 5th, 2011
Editado por: Vanessa Souza

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Argumentos da existência de Deus

       



                                 
ARGUMENTO DO CONSENSO COMUM

Tal recurso fora utilizado por filósofos, tais como Aristóteles e mais acentuadamente pelos platônicos ecléticos do século I a.C. Tudo indica que fora desse argumento que o grande orador romano Cícero declarou: ”Não há povo tão primitivo, tão bárbaro, que não admita a existência de deuses, ainda que se engane sobre sua natureza.” Segundo os neoplatônicos de Cambridge do século XVII (tais como Couworth, Moore e Hebert de Cherbury) e a escola francesa do senso comum (representada por, entre outros, Thomas Reid e Dougald Stwart), a crença em Deus é algo que está inato ou constitutivo da natureza humana, ou seja, faz parte da sua própria essência.


 ARGUMENTO DA ORDEM DO UNIVERSO 
  (ou TELEOLÓGICO)

Fora deste argumento que Anaxágoras confessou a Inteligência como causa ordenadora do Universo. Outros que fizeram uso desse argumento foram Platão e Aristóteles. O primeiro afirmou: “Que a Inteligência ordena todas as coisas é afirmação digna do espetáculo que nos oferecem o mundo, a lua, os astros e todas as revoluções celestes. O segundo, Aristóteles, disse, na formulação de Fílon: “Se virmos uma casa construída com cuidado, com vestíbulos, pórticos, apartamentos para homens, mulheres e para outras pessoas, teremos uma idéia do artista: não acharemos que foi feita sem arte e sem artesãos. E o mesmo diremos de uma cidade, de um navio, ou de um objeto qualquer construído, seja ele pequeno ou grande. Do mesmo modo, aquele que entrou nesse mundo como uma casa ou numa enorme cidade e viu o céu que gira em círculo e tudo contém, os planetas e as estrelas fixas movidos por movimento idêntico ao do céu, simétrico, harmonioso e útil ao todo, e a terra que recebeu o lugar central.., esse homem concluirá que tudo isso não foi feito sem uma arte perfeita e que o artífice desse universo foi e é Deus.”


ARGUMENTO CAUSAL

Tal argumento pode ser encontrado, por exemplo, em Aristóteles. Muito tempo depois fora retomado pelos autores árabes (Avicena) e por São Tomás. De acordo com estes pensadores, é impossível remontar ao infinito na série das causas materiais e das causas eficientes, ou das causas finais ou das conseqüências, e que, portanto, deve haver, em cada série um primeiro princípio do qual depende toda a série. Já que se aplica igualmente às causas finais, tal argumento ver em Deus o fim último, o bem supremo segundo o qual estão ordenadas todas as coisas do mundo.


     ARGUMENTO DO MOVIMENTO

Platão foi o primeiro a expor tal argumento, e depois por Aristóteles. Na época da Escolástica latina, no século XI, foi exposto por Adelardo de Bath. Em São Tomás aparece de modo ainda mais nítido. Segundo este teólogo, tudo o que se move é movido por outra coisa: “se aquilo pelo qual é movido por sua vez se move é preciso que também ele seja movido por outra coisa e esta por outra. Mas não é possível continuar ao infinito; senão, não haveria um primeiro motor e nem mesmo os outros motores mo veriam assim como, por exemplo, o bastão não move se não for movido pela mão. Portanto, é preciso chegar a um primeiro motor que não seja movido por nenhum outro, e por ele todos entendem Deus.”




ARGUMENTO DO GRAUS

Segundo Aristóteles: “Em geral, nas coisas em que há o melhor, há também o ótimo; e como háo ótimo nas coisas que existem de um modo ou de outro, haverá nelas também o ótimo, que poderia ser divino”. Cícero reproduziu tal argumento desta forma: “Não se pode afirmar que em cada ordem de coisas não haja algum termo extremo, uma perfeição absoluta, pois vemos que para uma planta, para um animal, a natureza se não se lhe opõe força alguma, segue seu caminho e chega ao termo último, e que a pintura, a arquitetura e as outras artes alcançam também resultado perfeito em suas obras. O mesmo deve ser dito para toda natureza e com muito maior razão: deve-se necessariamente produzir e realizar uma forma absolutamente perfeita”. Santo Agostinho também fez uso deste argumento: “Se não pode negar que algumas naturezas são melhores do que outras, a razão nos convence de que há uma tão excelente que nenhuma outra haverá que lhe seja superior. De fato se essa distinção de graus presseguisse ao infinito de modo que nao houvesse um grau superior a todos a razão seria levada a admitir que o número dessas naturezas e infinita. Mas como isso e considerado absurdo por qualquer um que nao seja carente de razão, deve haver necessariamente uma natureza superior, que não possa ser subordinada a nenhuma outra como inferior


ARGUMENTO COSMOLÓGICO

Tal argumento foi considerado pela primeira vez Avicena, o qual distinguira o ser em necessário e possível, definindo o possível como o que não existe por si, mas tem necessidade de alguma coisa para existir. Por tanto, se existe um possível, existe algo que o faz existir; mas se esse algo é, por sua vez, possível, remete ainda a um outro que seja causa de sua existência; e assim por diante, até se chegar ao ser necessário, que é o que existe por si. Dessa prova resulta a definição de Deus como ser necessário, cujo antecedente pode ser encontrado em Aristóteles. O estudioso judeu Maimônides aceitou também este argumento, e igualmente a Escolástica latina, por Guilherme de Alvérnia, na primeira metade do século XII




ARGUMENTO ONTOLÓGICO 

Este argumento foi exposto por Anselmo de Aosta, no século XI. Caracteriza-se por passar do simples conceito de Deus à existência de Deus. Disse Anselmo: “Certamente aquilo de que não se pode pensar nada de maior não pode estar só no intelecto. Por que, se estivesse só no intelecto, poder-se-ia pensar que estivesse também na realidade, ou seja, que fosse maior. Se, portanto, aquilo dc que não se pode pensar nada de maior está só no intelecto, aquilo de que não se pode pensar nada de maior é, ao contrário, aquilo dc que si’ pode pensar algo de maior.

  A PRESENÇA DA IDÉIA DE DEUS NO HOMEM

Trataram deste argumento pensadores tais como Justino, Tertuliano e João Damasceno. Tal argumento está inserido nas provas cartesianas da existência de Deus. É o que denominou por “argumento de consciência”.




 ARGUMENTO MORAL

Este argumento tenta mostrar que a existência de Deus é uma exigência da vida moral, no sentido de que é conveniente ou necessário ao homem crer em Deus. Porém, “moral”, neste caso, não indica só a esfera á qual pertence a prova, mas também uma limitação da validade da prova para essa esfera. Uma prova moral de Deus é a Aposta de Pascal. Segundo Pascal, não se pode adiar o problema de Deus e permanecer neutro diante de suas soluções. O homem deve escolher entre viver como se Deus existisse ou viver como se Deus não existisse; se a razão não pode ajudá-lo nessa escolha, que ele considere qual é a escolha mais conveniente como se estivesse diante de um jogo ou de uma aposta em que é preciso considerar, por um lado, o lance e, por outro, a perda ou a vitória eventual. Assim, quem aposta na existência de Deus, se ganhar, ganhará tudo; se perder, nada perderá: portanto, é preciso apostar sem hesitação. A aposta já é razoável quando se trata de um ganho finito e pouco superior ao lance, quanto mais se o ganho é infinitamente superior ao lance.

  ARGUMENTO FORMULADO DE VÁRIOS MODOS

Diz Filon: “Mas há uma inteligência mais perfeita e mais purificada, iniciada nos grandes mistérios, que conhece a Causa, não a partir de seus efeitos, assim como se conhece o objeto imóvel a partir de sua sombra, mas que transcendeu o efeito e recebe a aparição clara do ser não gerado de tal modo que o compreende em si mesmo e por si mesmo e não em sua sombra, que é a razão e o mundo”. De forma atenuada, esse argumento pode ser repetido no que se refere à busca pura e simples de Deus.: a própria busca, na variedade dos seus procedimentos e resultados, pode ser uma prova intrínseca da existência, sem que seja, porém, definível ou determinável de modo acabado aquilo que se busca. É o que já Pascal dizia: “E prova de Deus não só o desvelo dos que o procuram como também a cegueira dos que não o procuram”.




Fonte: Nicola Abbagnano. Dicionário de Filosofia. Trad. Ivone caastilho benedetti – Editora Martin Fontes – São Paulo, 2000.
                                          

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Progresso no Deísmo e seus princípios

"A opinião pessoal deste artigo não reflete a opinião  de todos os integrantes deste blog e outros colaboradores da União Brasileira dos Deístas". 




Texto : Joseclei Nunes (@josecleinunes)   
Edição: Vanessa Fontenelle

   A fim de avançar tanto como uma sociedade e como indivíduos, devemos deixar de ir às ideias que estão desatualizados e os fatos que foram provados falsos. Todos nós queremos melhorar as nossas vidas e as vidas de nossas famílias e de nossos amigos. Todos nós queremos uma sociedade melhor, com menos violência e mais felicidade. Nos últimos anos temos visto um aumento contínuo dos principais deístas e, por muitos que têm rejeitado o dogma da religião em favor da razão e da observação de definir e conhecer a Deus através da natureza e as leis que a regem. Os deístas devem continuar a educar aqueles que se apegam à religião, seus rituais e dogmas, superstições e, desta forma o Deísmo continuará a crescer.

   A maior fonte de falsas ideias e crenças, que o impacto da sociedade de uma forma negativa, pode ser encontrado em todas as religiões. Tendo sido criado um titã Chris, quaisquer exemplos que podem fornecer virá a partir da Bíblia. Um exemplo de uma noção religiosa pode ser encontrada em Deuteronômio 7:6 e 7 Deuteronômio 07:06 - Faça isso porque você pertence ao Senhor vosso Deus. De todos os povos da terra ele escolheu você para ser o seu próprio povo especial. Deuteronômio 07:07 - "O SENHOR te ama e escolheu você, porque você superara outros povos, que foram a menor nação da Terra”. A própria ideia de que o Criador iria escolher uma nação sobre outra é um absurdo. A ideia de que o homem nasceu em pecado e é mal, tanto que Deus teve que se tornar uma pessoa e morrer para que seu sangue pudesse lavar o pecado. Ou que a imposição das mãos é a melhor cura do que o que os médicos podem fornecer. Ou que o anjo Gabriel deu o Corão a Maomé, são os resultados de mais da imaginação ativa do homem e superstições. Por Mans violar, Deus deu razão só tem dificultado o progresso da sociedade e estabelece um meio para o homem a aceitar outras ideias razoáveis ​​ou superstições.

   Ao abraçar o Deísmo e os seus mandamentos, você será capaz de romper com a armadilha das religiões reveladas. Thomas Paine escreveu em "A Idade da Razão": "Mas é necessário a felicidade do homem, que ele seja fiel a si mesmo mentalmente.  Infidelidade não consiste em acreditar ou em não acreditar, que consiste em professar a acreditar que ele não acredita". Imagino o que o mundo seria se as pessoas abraçarem a razão, dada por Deus.Seria uma sociedade mais feliz e melhor, assim como os indivíduos dessa sociedade. Os melhores avanços na sociedade veio aqueles que abraçaram a razão, dada por Deus e tomou Acton sobre o que a razão lhes disse. A Revolução Americana, a erradicação da varíola, a poliomielite, enviar o homem à lua, a estação espacial, a exploração de planetas distantes, tudo aconteceu por pessoas que tomaram medidas em suas ideias e da razão. Talvez um dia nós iremos colonizar planetas distantes e difundir o conhecimento em todo o Universo. Se falharmos em agir e abraçar as religiões e os seus mundos final de profecias de tempo, a humanidade como a conhecemos vai acabar. A escolha que nós seguimos a cada indivíduo. Deísmo pode nos ajudar a tomar a decisão correta.
 

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